A realidade do agora
As nossas escolhas revelam quem somos de fato.
A vida numa sociedade que valoriza mais a variável forma de se dar bem, independentemente da esfera em que se está inserido, tem corrompido muitas pessoas. E não podemos partir de uma singularidade, além do que, existem as diferenças internas e externas que identifica e classifica a condição de subjetividade de cada indivíduo e explana a intenção, os artifícios para conseguir determinados objetivos. Alguns egocêntricos e outros reais a ponto de dar dignidade de vida às pessoas acerca de uma sociedade desigual.
Tudo parte do não, a conduta depende em grande parte do não. Ser politicamente correto é se esforçar para ser uma pessoa melhor e capaz de transformação induzida por mudanças de atitudes que não demonstram sua perspectiva de vida.
Elaborando o contexto da vida, chegamos a conclusão de que um pretexto de vida generalizada e idealizada pela pós-verdade, é de fundamental importância conhecer a si mesmo e valorizar suas características, que é a sua subjetividade não corporativa, mas real de um futuro promissor. Nessa hipótese, a ganância humana publicamente falando em eixo, destaca-se: politicamente, economicamente e de modo social. Esses eixos que dominam o mundo fazem-nos encaixar numa classificação intolerante de incapacidade de sermos quem somos. Somos publicamente coagidos por essas diretrizes que de modo algum está completamente errado. Isso devido a sua estrutura de poder e organização social, mas é preciso desenvolvimento para que todos se beneficiem, mesmo de forma parcial ou geral desta emanada sociedade que é a república.
Somos atormentados pelo olhar do outro. Refletimos o outro. Acumulamos incertezas no coração buscando satisfação, felicidade. A vida não é fácil, porém, não é tão difícil como dizem, as nossas escolhas revelam quem somos de fato. Nos mostra a natureza existente dentro de nós. Precisamos dizer não para muitas coisas se quisermos ser felizes outra vez.
Esta é a oportunidade de enfrentarmos os dilemas da vida, as barreiras que construiu ao longo do tempo. Será difícil percorrer este caminho, que nada mais é do que o fim do tuninho, onde se encontra a luz de uma vida segura, sem limites para a felicidade, controle das emoções que causam dor constante e assoladora. O que vamos fazer da vida antes de morrer? Buscar esperança, forças, ou chorar de medo de não vencer? Todo mundo já passou por isso em algum momento, em alguma fase da vida. As cicatrizes mostram isso no rosto por onde as lágrimas rolaram, as mãos a limpar cada dor aliviada pelo conforto de ainda conseguir chorar.
Mas entenda, a vida é feita de escolhas e são elas que definem o nosso agora. Lute pelo teu futuro vivendo o teu melhor momento hoje, se impulsione de fato a acreditar no teu melhor, na existência de um ser real em que não vive as expectativas das pessoas, deste modo escolha o melhor para ti, esta é a oportunidade de prosseguir sem dor ou rancor, ou até mesmo arrependimento de não ter feito algo em sua jornada aqui neste mundo. Lute com todas as suas forças, pois ainda é apenas o caminho da tua jornada, tente ver a vida sobre sua compreensão como se não houvesse um amanhã, seja intenso, acredite em si.
Mostre para si mesmo quem é você. Não tente mostrar para as pessoas o seu valor, porque desta forma você se mostrará uma carente de atenção. Mas diga em ações quem é você, não que seja indestrutível, mas que o teu coração, projetos, sonhos, metas sejam invioláveis. Que o limite seja a sua superação. E as incertezas possam dar lugar a coragem, a organização e estrutura de uma nova pessoa que busca sua dignidade por ser quem é.
Continua…
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